Missionária conta como seu chamado aos 10 anos de idade a levou a abrir escolas no Congo

Cassandra Lee contou que aos 10 anos de idade já sentia seu coração arder pelas vidas que sofrem há décadas com os conflitos armados no Congo.

Cassandra Lee tinha apenas 10 anos quando ouviu o Espírito Santo dizer-lhe para ir à República do Congo.

Ela se sentiu chamada para o trabalho missionário desde que era uma garotinha, mas não sabia exatamente onde ficava o país e a realidade dele. Então ela orou fervorosamente para que Deus a mostrasse mais sobre aquela região.

“Finalmente, alguns meses depois, senti Deus falar novamente e dizer: ‘Vá para o centro da África. É para lá que eu estou chamando você”, disse Lee a Taylor Berglund no podcast do site “Charisma News”. “Desde que eu era criança, concentrei-me nessa região. E isso foi no auge da guerra do Congo, em 1996 e 1997”.

Com esse fardo pesado em seu coração, Lee se debruçou sobre a pesquisa do Congo, que era um conteúdo um tanto pesado para alguém da idade dela. Ela estudou sobre os estupros praticados pelos guerrilheiros / terroristas, ataques de rebeldes e guerras que assolaram a nação. Seu coração ficou apertado ao ver tanta dor sofrida por aquele povo.

“Eu inicialmente não pensei comigo mesma, oh, eu vou levar educação para parar o ciclo de guerra”, diz ela. “Havia apenas esse partir do meu coração, dizendo: ‘eu tenho que fazer alguma coisa. Eu não sei o que vou fazer, mas tenho que fazer alguma coisa”, contou.

Assim que Lee terminou seus estudos antes da faculdade, ela viajou para o Congo. Mais uma vez, ela ouviu a voz de Deus dizendo-lhe que, se ela queria ver a mudança, ela tinha que educar as pessoas.

“Você tem que construir escolas, mas não quaisquer escolas. É preciso que sejam escolas de qualidade”, disse Deus, segundo o relato de Cassandra.

Foi esse chamado, ainda na infância, que levou Cassandra a se tornar anos depois (ao lado de seu marido, Edison Lee) a co-fundadora da organização ‘Justice Rising’, que visa trazer a transformação para áreas de conflito através da educação.

Até o momento, a organização construiu 10 escolas no leste do Congo. A expansão desse trabalho já chegou ao Iraque e à Síria.

A missionária acredita que a educação pode realmente atrapalhar ciclos de guerra, gerando uma mudança para as próximas gerações que virão.

Com informações do Charisma News.

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