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Cotidiano Direito de opinião

Bispos africanos reafirmam oposição à prática homossexual

“Deus criou o homem e a mulher para o seu próprio propósito”, afirmou o arcebispo Benjamin Ndiaye.

01/06/2021 às 11h14
Por: Carlos Sobrinho Fonte: Gospel Prime
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Bandeiras LGBT (Foto: Daniel James/Unsplash)
Bandeiras LGBT (Foto: Daniel James/Unsplash)

Na última sexta-feira (28), os Bispos Católicos das Nações da África Ocidental, reafirmaram a sua oposição a prática homossexual após uma reunião de suas conferências.

Fazem parte das Conferências, nações da África Ocidental como Senegal, Mauritânia, Cabo Verde e Guiné-Bissau.

O arcebispo de Dacar, Benjamin Ndiaye, disse que a palavra de Deus ensina que Ele criou o homem e a mulher, e que são completamente diferentes, por isso eles não têm a intenção de ir contra esse sentido.

Da mesma foram, os bispos reiteraram que vão rejeitar a homossexualidade e denunciar a pedofilia, que não fazem parte dos valores da igreja, como já haviam dito anteriormente.

 

A oposição é baseada no propósito divino

Durante uma entrevista coletiva em Cap des Biches, Ndiaye, permaneceu que a posição da instituição religiosa sobre o homossexualismo é baseada na revelação divina:

“Deus criou o homem para que frutifique e se multiplique. Originalmente, Deus criou o homem e a mulher e disse-lhes: ‘Sede fecundos e enchei a Terra.’ Essa é a ordem desejada pelo Todo-Poderoso e os bispos dificilmente pretendem derrogá-la”.

E acrescentou que a vida dessa maneira foi organizada pelo próprio Deus. Sob o mesmo ponto de vista, o arcebispo afirmou que a igreja irá resistir a pressão para fazer os cristãos aceitarem a prática homossexual.

“Não pretendemos que ninguém nos dite outra orientação, porque temos essa orientação da revelação. O fato de que Deus criou o homem e a mulher para o seu próprio propósito é para que o homem possa, em união com a mulher, dar à luz filhos”, disse Ndiaye.

A igreja não irá julgar os homossexuais

Por outro lado, ele afirmou que a igreja não irá criminalizar a homossexualidade e julgar as pessoas:

“É isso que queremos evitar. Não somos o tribunal de Deus para dizer quem merece ser colocado no inferno e quem merece ser queimado ou condenado à morte. Isso não é nossa responsabilidade”, disse ele.

Além desse tema, a reunião dos bispos abordou temas referentes ao declínio da boa cidadania e da importância da formação da consciência cívica e o respeito pelas instituições de seus países, de acordo com o Breitbart.

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